Viajar de avião com cachorro – Cuidados e precauções

Postado por PETZ, em Nov 30, 2017

Cães
Viajar de avião com cachorro – Cuidados e precauções
Tempo de leitura: 4 minutos

Pegar um voo com um animal de estimação pode ser muito estressante para o tutor e para o pet. Cada companhia aérea mantém suas regras específicas para cada caso; além disso, viajar de avião com cachorro para alguns destinos internacionais pode ser ainda mais burocrático, pois é necessário apresentar o comprovante de vacinação e, em alguns casos, microchip eletrônico e certificados sanitários adicionais.

Agora, se é difícil para você pensar em todas essas burocracias e ainda enfrentar um voo, imagine para o seu pet, que será colocado dentro de uma caixa de transporte ou gaiola sem fazer ideia do que vai acontecer.

Cortou seu coração? Preste atenção em alguns cuidados que podem tornar sua viagem mais tranquila e sem traumas para o seu cachorro.

Cão em caixa de transportes para viagens

Diferença entre uma viagem de carro e viagem uma de avião

Transportar um animal de companhia dentro de um avião é bem diferente de transportá-lo dentro do carro. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) impõe uma série de exigências, como o atestado de saúde emitido por médico veterinário, com validade de dez dias da data de emissão, e comprovante de vacina antirrábica, tomada entre 30 dias e um ano antes do embarque.

Todas as companhias exigem que o pet seja levado em caixa de transporte e cada uma tem suas especificações em relação a peso, quantidade e onde levá-lo. Outra informação essencial é que animais de determinadas raças são proibidos de viajar de avião, como os braquicefálicos (de focinho curto ou achatado), que podem ter dificuldade para respirar durante o voo.

Para o transporte de animais domésticos via terrestre, o correto é utilizar caixas de transporte específicas para o tamanho do pet ou cinto de segurança, medidas que evitam acidentes e zelam pela vida do condutor, dos passageiros e do próprio pet.

Levar um pet no avião: como protegê-lo?

Em uma viagem aérea é obrigatório o uso de caixa de transporte específica para animais de companhia, respeitando o tamanho do pet. Mesmo com este cuidado, o animal ainda pode ficar estressado e agitado durante a viagem. A dica é manter alguns brinquedos para que ele possa se distrair e até oferecer comida como recompensa pelo bom comportamento. A caixa também deve ser grande o suficiente para que ele possa ficar em pé ou deitado e consiga se movimentar, mas não tão grande que não o faça se sentir protegido e acolhido pela casinha temporária.

Uma boa forma de definir a caixa de transporte ideal é: coloque seu pet dentro da caixa e se certifique de que ele consiga ficar sobre as quatro patas e dar uma volta em si mesmo sem esbarrar nas paredes. Espaço demais e espaço de menos devem ser evitados.

A utilização de um tranquilizante não é recomendada, a não ser em casos indicados pelo médico veterinário ou em viagens muito longas, mas se não tiver jeito, dê preferência para os medicamentos naturais e faça um teste antes da viagem para saber como o pet reage ao medicamento.

Ao fim da viagem, o cachorro deve ser alimentado e beber muita água para combater a desidratação natural das viagens de avião. Se o pet for transportado no compartimento de carga, o piloto e a tripulação devem ser informados que há carga viva, para deixar o espaço em boas condições de ventilação e temperatura.

Viajar de avião com cachorro

Cachorro no avião: conheça os itens de segurança

Ao reservar as passagens aéreas, confirme com a companhia se é possível viajar de avião com cachorro, e caso a resposta seja positiva veja se a mesma tem especificações quanto à caixa de transporte, que deve ser confortável e segura para o animal.

A caixa também deve ter compartimento especifico para água e ração, embora não seja recomendado alimentar o pet durante voos para evitar enjoo.

Para que o pet seja transportado na cabine de passageiros, seu peso somado ao peso da caixa de transporte, não deve exceder 10 quilos. Os animais com peso superior são transportados no compartimento de carga.

Não se esqueça de colocar coleira com identificação no pet e suas informações para contato; faça o mesmo com a caixa.

Dica final: além de verificar as ordens da companhia aérea, é fundamental que você conheça as regras do seu local de destino. As exigências mudam muito conforme cada país e, até mesmo, entre os estados do Brasil, por isso fique de olho.

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