Por aqui, sempre falamos sobre a longevidade dos pets e como ajudar seu animal a viver mais e melhor. Mas estudos mostram que essa relação vai além: os pets também têm impacto direto na saúde dos humanos e, segundo os dados, tutores de cachorros vivem mais.
Apesar da associação já estar bem estabelecida, ainda não existe uma explicação para o fenômeno. Ainda assim, algumas hipóteses ajudam a entender essa conexão — e muitas delas também se aplicam a tutores de gatos. Para saber mais sobre o estudo, continue lendo o artigo no blog da Petz.
Não é novidade que ter um pet traz uma série de benefícios para os humanos, da companhia constante ao fortalecimento da empatia. Mas estudos divulgados pela American Heart Association mostram algo ainda mais impressionante: tutores de cães apresentaram até 24% menos risco de mortalidade ao longo dos últimos 10 anos.
Embora ainda não exista uma explicação única que comprove essa relação, a associação já é consistente em muitos estudos científicos. E há algumas teorias que ajudam a entender esse cenário, como os impactos positivos na saúde cardiovascular e no bem-estar mental dos tutores.
Ser responsável por cães pode auxiliar na saúde cardiovascular como um todo. Quando analisadas mortes por doenças do tipo, tutores de cachorros têm 31% menos chances de serem afetados. Outros estudos associam pets à pressão arterial saudável, além de redução de riscos de infartos e AVCs — principais causas de morte de adultos no Brasil.
O benefício é tão claro, que a própria American Heart Association fez um pronunciamento sobre as vantagens de ter um cachorro para a saúde do coração. Mesmo assim, a organização não recomenda adotar um pet só por isso, já que a adoção é um compromisso a longo prazo e deve ser muito bem planejado.
Outro fator que pode ajudar a explicar a maior longevidade dos tutores, especialmente de cães, é a prática regular de exercícios físicos. Por conta dos passeios diários que os cães exigem, esses responsáveis têm 2,5 vezes mais chances de atingir a recomendação mínima semanal de atividade física de 150 minutos, estabelecida pela Organização Mundial da Saúde.
E isso faz toda a diferença: o sedentarismo é um dos principais vilões da saúde, com impacto direto, inclusive, no sistema cardiovascular. Nesse cenário, os passeios deixam de ser apenas uma necessidade do pet e se tornam um hábito positivo para ambos, contribuindo para a saúde física e o bem-estar mental de forma integrada.
Por fim, mas não menos importante, os pets também têm um papel relevante na saúde mental. Estudos indicam que apenas estar na presença de um animal ou fazer carinho em seu pelo pode reduzir os níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.
No dia a dia, os tutores sentem esses efeitos de forma prática: os pets ajudam a reduzir a solidão, trazem mais propósito à rotina e oferecem companhia constante. Esse impacto é ainda mais significativo em lares com idosos ou pessoas que enfrentam depressão. E isso vale para os responsáveis por cães ou gatos.
Além disso, vale lembrar que saúde mental e saúde física caminham juntas, e ambas influenciam diretamente a longevidade. O estresse crônico, por exemplo, pode causar diversos prejuízos ao organismo, incluindo impactos na saúde cardiovascular.
Com todos esses benefícios em mente, que tal adotar um pet? Para isso, você pode contar com o Adote Petz, o programa da Petz que une pessoas interessadas em adotar e ONGs e protetores parceiros. Confira os animais disponíveis e preencha o formulário.
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