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Sarna

Sarna


Ao contrário do que é comentado por aí, a sarna não é uma doença exclusiva de cães de rua. Até mesmo cães que vivem em apartamentos, sem o contato frequente com plantas e outros cachorros, podem adquirir a sarna. Isso se deve ao fato de que a sarna é uma doença causada por nada mais nada menos que... ácaros. E ácaros estão em toda a parte; no quarto, na sala, na cozinha e, mais especificamente, em estofados, travesseiros e cobertores. Sendo assim, qualquer cachorro está sujeito a pegar sarna. Alguns dos principais sintomas são queda de pelo, coceira excessiva e vermelhidão na pele, e trataremos disso mais a fundo nos próximos tópicos.

 

Mesmo não sendo algo exclusivo, ter sarna é preocupante, tanto para os cães quanto para os humanos e, em alguns casos, até mesmo para os gatos. A sarna do tipo Sarcóptica é considerada uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida de animal para humano e vice-versa. E se a sua pergunta agora é “mas existe mais de um tipo de sarna?”, a resposta é sim. Além da Sarcóptica, ainda existem a Sarna Otodécica e a Sarna Dermodécica

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Sarna de cachorro: Sarcóptica, Otodécica e Dermodécica

Como visto anteriormente, existem três tipos de sarna, e seus sintomas e tipos de ácaro são diferentes, assim como sua forma de tratamento.

• Sarcóptica: o agente causador desse tipo de sarne é o Sarcoptes scabei. Nessa ocasião, o cachorro tem muita coceira, vermelhidão e bolhas na pele, além de queda de pelos, formação de crostas e escoriações. Ela é considerada uma zoonose, e isso significa que humanos podem ser contagiados – assim como gatos, em alguns casos.

• Otodécica: também conhecida como sarna dos ouvidos. Esse tipo de sarna, como acomete a região do ouvido, pode ser muitas vezes confundida com a otite canina, pois seu principal sintoma é coceira intensa e, por conseguinte, feridas na região. O acúmulo de pus também é comum, e por isso pode ocasionar a otite.

• Dermodécica: é uma doença genética, ou seja, passada de geração para geração. Nesse caso, o ácaro vive nas glândulas sebáceas e se manifesta quando o cachorro está com a imunidade baixa. Os sintomas são feridas na pele e mau cheiro na região.

É importante mencionar que, embora esses sintomas sejam fáceis de identificar, é imprescindível levar o animal ao veterinário, pois somente um profissional saberá examinar as causas, sintomas e tratamentos adequados.

 

Sarna em cachorro: como curar

Para determinar com qual tipo de sarna o cachorro está é preciso um exame laboratorial. Geralmente, banhos com shampoo para cachorro e produtos específicos de uso tópico – ou seja, que são aplicados na região afetada – é suficiente. Para casos mais graves, remédios do tipo oral ou injetáveis são os mais propícios.

 

Para a prevenção da sarna Dermodécica é preciso estar sempre atento à alimentação, vacinação e vermifugação. Para a sarna contagiosa, é necessário evitar o contato com cachorros com sarna até que sejam curados por completo, assim como deixá-lo longe de panos, cobertores e outros itens usados por cachorros contagiados.

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